(Reuters) – (copia parcial) O próximo presidente da República receberá de seu antecessor uma controversa herança na área de energia elétrica. Organizado e com forte marco regulatório, o setor tem tarifas caras devido a encargos e impostos que afastam e dificultam investimentos. Etc.
De acordo com a ABRACE, entre 2003 e 2009 até agosto o preço médio do megawatt-hora (MWh) industrial subiu 72% para R$227 reais. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), enquanto isso, acumulou uma alta de 46% no mesmo intervalo.
"Estamos herdando uma tarifa elevada. As usinas estão mais caras e ainda temos encargos e impostos", observou o diretor técnico-regulatório da ABRACE, Luciano Pacheco. "Há um sério risco de desinvestimentos no setor", alertou. O próximo presidente da República receberá controversa herança na área de energia elétrica.
Diante os fatos relatados acima sugerimos que os investidores e interessados em geração de energia elétrica que consultem em nosso site www.careelectric.com.br uma tecnologia que gera a 90% no mínimo de potencia instalada, não inunda terras, não desloca a população, não inibe a passagem de vida aquática e pode ser instalada e operante em no Maximo 12 meses da data da escolha do local apropriado de geração. Pela eficiência de geração e custo de instalação esta tecnologia deve ser analisada por qualquer investidor em energia ou quem emprega energia na sua atividades sejam agrícolas, sociais fabris, mineração e também de segurança nacional nas fronteiras.
A tecnologia esta sendo introduzido no mercado porem, como afirma o Wall Street Journal dia 23-8-2010 (ver Valor Econômico) A reportagem foi adaptado do livro Essential Guide to Management", de Alan Murray. Copyright 2010 da Dow Jones & Co. Publicado pela Harper Business, da editora Harper Collins Publishers.
“As corporações são burocracias e os gestores são burocratas. A tendência fundamental delas é se perpetuar. Quase que por definição, elas são resistentes a mudança. Elas foram criadas e estruturadas não para consolidar as forças de mercado, mas para substituir e até resistir ao mercado.” (Esta observação, acreditamos, é valida também em relação a qualquer governo).




